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Summary:Os seixos — sejam eles provenientes de rios ou de pedreiras — representam um recurso vital para a indústria de agregados do Brasil. Sua alta resistência à compressão e durabilidade os tornam ideais para concreto, estradas, asfalto, areia artificial e circuitos de mineração. Britadores cônicos, particularmente os modelos hidráulicos avançados como as séries HPT e HST da Zenith, oferecem o equilíbrio ideal entre desempenho, qualidade do produto e custo-benefício para esses materiais duros e abrasivos.

Seixos são pequenas rochas arredondadas, geralmente com menos de 256 mm de diâmetro, formadas pelo rolamento natural em rios ou extraídas de pedreiras. Seixos de rio (ou pedras roladas) diferem significativamente dos seixos provenientes de pedreiras.
Os seixos de rio são lisos, polidos pela erosão da água e excepcionalmente duros — geralmente granito, basalto ou quartzito, com resistências à compressão superiores a 200 MPa (megapascals). Essa durabilidade vem da abrasão prolongada, tornando-os mais densos e mais resistentes à quebra do que pedras angulares de pedreira.
Os seixos de pedreira, por outro lado, são recém-detonados ou peneirados de depósitos, mantendo bordas irregulares. São mais difíceis de processar devido às formas irregulares, mas compartilham resistências à compressão semelhantes (150–250 MPa para tipos de basalto ou granito). Ambos resistem bem ao intemperismo, sendo ideais para usos exigentes.
Trituramos seixos para produzir agregados diante da escassez global de areia. No Brasil, uma potência da construção civil com infraestrutura em expansão (como rodovias e barragens como Belo Monte), os seixos britados preenchem essa lacuna.
A britagem transforma seixos de 100–300 mm em produtos de 0–40 mm, aumentando eficiência e sustentabilidade. O Brasil brita milhões de toneladas por ano, com leitos de rios em Minas Gerais e pedreiras em São Paulo fornecendo a maior parte.
Projetados com revestimentos robustos de aço manganês e sistemas hidráulicos, suportam altas forças de compressão dos seixos (frequentemente >200 MPa) sem desgaste excessivo quando bem configurados.
Uma única etapa pode atingir redução de 4:1 a 6:1 ou mais, transformando eficientemente a alimentação em produtos menores e uniformes.
O princípio de britagem por laminação — onde o material é comprimido entre o manto e o côncavo — produz agregados cúbicos com baixa lamelaridade, ideais para concreto e asfalto de alta qualidade.
Em funções secundárias/terciárias, os britadores cônicos otimizam o consumo de energia em comparação com sistemas de múltiplos estágios de mandíbulas ou impacto, especialmente com ajustes hidráulicos modernos.
Recursos como alívio hidráulico de sobrecarga e ajustes automáticos minimizam paradas e aumentam a vida útil dos componentes em materiais abrasivos.
No geral, os britadores cônicos entregam agregados de alta qualidade equilibrando produtividade, custos de manutenção e qualidade do produto — essencial no mercado brasileiro de agregados.

Líderes globais como a Zenith fornecem equipamentos para pedreiras no Brasil, e sua tecnologia se destaca no trabalho com seixos. Seus projetos hidráulicos multicilindro enfatizam automação, alta produtividade e durabilidade dos revestimentos.
Modelo principal para britagem terciária. Permite ajuste fino da câmara via sistema hidráulico, alcançando 300–800 t/h com alimentação de 40–100 mm. Baixa geração de finos (<5%) adequada para areia artificial; revestimentos duram 18–24 meses em seixos.
Alto curso para maior capacidade (até 1000 t/h). O design com bucha excêntrica aumenta a redução; ideal para basalto com mínima recirculação de finos.
Opção econômica para operações menores, com proteção contra sobrecarga. Processa 150–300 t/h; comum em instalações móveis.
Conjuntos completos com britador de mandíbula, cone e peneira. Instalação rápida (menos de 1 hora) para operações remotas no Brasil.
Destaques tecnológicos incluem otimização de câmara (via software Rock Processing) com aumento de 15% na produtividade e controle automático de abertura reduzindo partículas lamelares para menos de 5%.
O setor de agregados no Brasil brita mais de 300 milhões de toneladas por ano, com britadores cônicos sendo fundamentais para ganhos de eficiência.
Um Zenith HPT300 substituiu um antigo britador de impacto para basalto (220 MPa). Resultados: aumento de 20% na produtividade (de 350 para 420 tph), 30% de aumento na vida útil dos revestimentos (22 meses) e 12% de economia de energia.
O Zenith HST240 processa seixos de pedreira em areia FM 2.6. Em meio a restrições de areia natural, fornece 250.000 toneladas/ano para a construção civil em Curitiba. Resultado: teor de finos otimizado entre 10–15%, atendendo normas ABNT, com retorno em 18 meses.
No Espírito Santo, trens Zenith (mandíbula + cone HPT + peneira) britam 300 tph de basalto de rio. O design portátil reduziu o tempo de instalação em 50%.
Na mina de ferro de Itabira da Vale, britadores cônicos série S trituram seixos de moinho de bolas (granito, 210 MPa), reciclando 20% do circuito. Isso evitou 5–10% de paradas, processando 50.000 toneladas/mês. Situação semelhante na mina Casa de Pedra da CSN.
Um britador cônico é adequado porque utiliza britagem por compressão, reduzindo o desgaste e produzindo tamanhos uniformes a partir de materiais duros e abrasivos.
Os britadores cônicos hidráulicos multicilindro são geralmente os melhores devido à maior eficiência, automação e menores custos operacionais.
Um britador cônico reduz o tamanho dos seixos, mas geralmente é necessário um equipamento adicional de fabricação de areia para produzir areia de alta qualidade.
Dependendo do modelo, pode processar de 50 toneladas por hora até mais de 500 toneladas por hora.
A substituição depende da abrasividade do material e do volume de produção, mas recomenda-se inspeção a cada 200–500 horas de operação.
Britadores cônicos hidráulicos geralmente oferecem melhor automação, manutenção mais fácil e maior eficiência de britagem do que os modelos de mola tradicionais.