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Summary:Brazil’s iron ore industry continues to evolve — expanding beyond traditional strongholds in Minas Gerais and Pará into new mineral provinces. Jaw crushers remain an indispensable part of this landscape. While gyratory and HPGR technologies dominate ultra-large plants, the jaw crusher maintains a competitive edge in medium and mobile installations common across Brazil’s diverse ore provinces.

O Brasil é um dos principais produtores e exportadores mundiais de minério de ferro, ficando atrás apenas da Austrália na produção global. O país desempenha um papel central no fornecimento de minério de alta qualidade — especialmente variedades de hematita e itabirito — para mercados na Ásia e na Europa.
Quadrilátero Ferrífero (Minas Gerais)
Frequentemente chamado de “Quadrilátero do Ferro”, este histórico distrito minerador próximo a Belo Horizonte continua sendo a maior e mais desenvolvida região de minério de ferro do Brasil. Abriga depósitos de hematita e itabirito de alto teor mineral.
Conhecida por alguns dos minérios de maior teor do mundo, a Província Mineral de Carajás, no norte do Brasil, representa a fronteira mineradora mais produtiva e moderna do país. Os minérios de Carajás apresentam em média mais de 65% de Fe, reduzindo a necessidade de beneficiamento e permitindo operações economicamente eficientes.
Piauí, Bahia e Maranhão — Explorações recentes nos estados do nordeste revelaram perspectivas promissoras de magnetita e itabirito. Esses projetos são geralmente menores, mas estrategicamente localizados próximos a corredores de infraestrutura. As empresas estão incorporando soluções modulares e móveis de processamento, tornando as operações viáveis mesmo em terrenos novos ou remotos.
A eficiência nas etapas de britagem influencia fortemente o beneficiamento posterior, o consumo de energia e o rendimento do produto — destacando a importância da escolha do britador.
Nas plantas de minério de ferro brasileiras — especialmente operações compactas e de médio porte — o design robusto e a adaptabilidade fazem dos britadores de mandíbulas uma escolha preferida.
Assim, os britadores de mandíbulas ocupam uma posição estratégica entre mobilidade, simplicidade e versatilidade. No Brasil, geralmente atuam como britadores primários em configurações portáteis ou semi-móveis, especialmente quando se prefere desenvolvimento modular ou investimento em etapas.
Cada linha de modelo atende condições operacionais específicas — desde instalações fixas em plantas de beneficiamento de Minas Gerais até soluções móveis plug-and-play em locais recém-desenvolvidos no Piauí.

Para minas novas ou menores (produção anual <10 Mtpa), os britadores de mandíbulas servem como estágio primário mais simples e econômico. As unidades são instaladas em fundações de concreto ou skid semi-móveis em aço, alimentadas diretamente por caminhões ou alimentadores de correia.
Uma operação de porte médio perto de Itabirito, por exemplo, utilizou uma unidade PEW900×1200 para britagem de minério ROM. O britador produziu alimentação consistente de 150 mm para britadores cônicos secundários, atendendo às especificações de alimentação para sinter com mínimo sobrebritamento.
Unidades móveis podem ser reposicionadas à medida que os taludes avançam, reduzindo distâncias de transporte e custos de combustível. A combinação de um britador móvel com unidade de peneiramento forma uma linha de processamento autônoma, especialmente eficaz para reprocessamento de rejeitos ou operações temporárias.
Embora sejam principalmente britadores grossos, unidades de mandíbula ocasionalmente atuam em britagem fina, especialmente para rejeitos, estéril ou reprocessamento de alimentação secundária. Modelos compactos PE e C6X podem ser integrados a montante de HPGRs para otimizar a distribuição de tamanho de partículas e reduzir carga circulante.
O uso de mandíbula como componente primário proporciona confiabilidade e controle simples em circuitos onde a eficiência energética é otimizada a jusante através de combinações HPGR e Vertimill.
A Zenith forneceu vários sistemas de britagem de mandíbulas adaptados para minério de itabirito brasileiro, caracterizado por dureza média e alto teor de quartzo. Em Minas Gerais, uma planta greenfield instalou britadores PEW1100 para processar 400 t/h de minério ROM com tamanhos de alimentação de até 900 mm. O projeto enfatizou durabilidade dos revestimentos e facilidade de manutenção — fatores críticos dada a ganga abrasiva de sílica típica desses depósitos.
Em outra instalação no Pará, um conjunto modular C6X foi usado para uma estação de britagem semi-móvel alimentando uma planta de beneficiamento. A configuração híbrida, combinando britador C6X com cone HP300, alcançou economia de energia de quase 15% em comparação com uma configuração convencional de dois cones.
Operadores menores na Bahia e Piauí adotaram britadores móveis da série PE para reprocessar pilhas de rejeito de baixo teor. Essas unidades flexíveis, movidas a diesel, permitem britagem e peneiramento no local sem necessidade de infraestrutura fixa complexa.
Ele atua como britador primário ou de estágio inicial para reduzir minério ROM grande (frequentemente acima de 1.000 mm) a tamanhos manejáveis (~150–300 mm) para processamento posterior.
Britadores de mandíbulas se destacam em plantas compactas, setups móveis, operações de médio porte e minérios itabiritos mais duros/compactos, onde simplicidade e menor custo inicial são importantes.
Itabirito duro e abrasivo e partículas laminadas causam maior desgaste e exigem ajustes otimizados; simulações DEM ajudam a prever o comportamento para minérios brasileiros.
Menos dominantes em mega-minas, mas usados em projetos compactos, circuitos auxiliares ou manuseio específico de alimentação.
Sim — integração em circuitos compactos energeticamente eficientes (ex.: mandíbula + cone + HPGR), estações modulares FIT e unidades móveis para minas remotas ou emergentes.