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Summary:A produção de pedra britada no Brasil depende, em grande medida, de pedreiras bem equipadas com linhas de britagem modernas, onde o britador de mandíbula desempenha o papel central na etapa primária. Sua confiabilidade, capacidade de processar rochas duras e simplicidade de manutenção o tornam a escolha predominante para a maioria das pedreiras de granito, basalto e outras rochas.

A pedra britada (ou agregado graúdo) é um dos materiais mais importantes da economia brasileira, usado principalmente na construção civil, na produção de concreto e como base para pavimentos, ferrovias e obras de infraestrutura. A demanda segue o ritmo de urbanização, ampliação de redes logísticas (rodovias, ferrovias) e grandes projetos de governo, como hidrelétricas e obras de mobilidade urbana.
O crescimento do setor depende de investimentos em infraestrutura, habitação (Minha Casa, Minha Vida, programas públicos) e requalificação urbana nas grandes cidades.
O britador de mandíbula é quase sempre o equipamento de britagem primária em pedreiras de pedra britada, atuando logo após a extração da rocha da jazida.
Na maioria das pedreiras, a produção de brita começa com a britagem primária, onde grandes blocos de rocha (de 300 a 1 200 mm) são reduzidos a um tamanho mais controlado para as etapas seguintes. O britador de mandíbulas é o equipamento mais comum para essa etapa, tanto em plantas fixas quanto em unidades móveis.
No Brasil, pedreiras de granito, basalto, gnaisse e outras rochas duras são muito comuns, e o britador de mandíbula se destaca por sua capacidade de triturar materiais de alta dureza e abrasividade. Essas rochas são desafiadoras para equipamentos, mas a combinação de estrutura robusta, mandíbulas resistentes e desenho mecânico adequado torna o britador de mandíbulas a escolha dominante para a alimentação inicial.

O britador de mandíbula domina a etapa primária por uma combinação de robustez, simplicidade e desempenho em condições severas.
Como equipamento de primeira etapa, o britador de mandíbula é projetado para trabalhar em condições difíceis: alimentação de material irregular, alta dureza, variações de umidade e impactos. Sua estrutura rígida e componentes mecânicos simples (eixo excêntrico, mancais, mandíbula móvel e fixa) garantem alta confiabilidade e baixos índices de parada.
Rochas como granito e basalto são muito comuns em pedreiras brasileiras, e o britador de mandíbula é particularmente eficaz para esse tipo de material. A força de compressão aplicada pela mandíbula quebra a rocha de forma eficiente, mesmo quando muito dura e abrasiva, mantendo a produtividade com desgaste controlado.
Em comparação com britadores cônicos ou de impacto, o britador de mandíbula tem estrutura mecânica mais simples, com menos componentes móveis e sistemas hidráulicos complexos. Isso facilita a manutenção preventiva e corretiva, reduzindo o tempo de parada e o custo de mão de obra.
Menor necessidade de ferramentas especiais e diagnósticos complexos em relação a equipamentos de segunda etapa.
Modernos britadores de mandíbula (PEW, C6X e similares) são projetados com materiais de alta resistência ao desgaste e geometria otimizada para reduzir o atrito e a abrasão. Isso resulta em vida útil mais longa das mandíbulas, roletes e estrutura, o que melhora a relação custo‑benefício ao longo da vida útil do equipamento.
Para obter agregados de diferentes tamanhos e aplicações, o britador de mandíbula é parte de uma linha completa de britagem, triagem e classificação.
A eficiência do britador de mandíbula na entrada da linha influencia diretamente a qualidade e a produtividade de todas as etapas seguintes.
Embora relatórios de mercado e estudos específicos não detalhem casos de britadores em todos os estados, é possível extrair exemplos e tendências do mercado brasileiro de britagem.
Uma pedreira de basalto em São Paulo utiliza um britador de mandíbula Zenith C6X como equipamento primário, seguido por britador cônico HP400 e duas etapas de britagem terciária.
Nesses projetos, a produção local de agregados (com britadores de mandíbulas em pedreiras regionais) é essencial para reduzir custos de transporte e garantir suprimento contínuo.
A presença crescente de fabricantes globais produzindo britadores no Brasil mostra a confiança no mercado de agregados e a demanda por equipamentos de britagem.
Essa verticalização fortalece o setor de equipamentos e torna mais acessível a modernização de pedreiras de pequeno e médio porte no país.