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Summary:Os setores de mineração e agregados do Brasil apresentam um mercado dinâmico para britadores de mandíbulas, impulsionado pela produção de minério de ferro em larga escala, pela mineração diversificada de ouro e metais básicos e pela forte demanda por materiais de construção. Os britadores de mandíbulas continuam a oferecer soluções de britagem primária robustas e energeticamente eficientes para uma variedade de tipos de minério e escalas de operação.

O Brasil está entre os principais produtores globais de diversos minerais importantes, tornando a mineração um pilar fundamental de sua economia e base de exportação. O país é o maior produtor mundial de nióbio e o segundo maior produtor de minério de ferro, além de ser uma importante fonte de bauxita, ouro, cobre e minerais industriais.
Os níveis típicos de produção anual (aproximados) incluem centenas de milhões de toneladas de minério de ferro, dezenas de milhões de toneladas de bauxita e várias centenas de milhares de onças de ouro, com a produção de agregados intimamente ligada aos ciclos de construção em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Na mineração e extração de agregados no Brasil, os britadores de mandíbulas são quase sempre a primeira etapa de redução de tamanho, processando o material bruto extraído (ROM) de minas a céu aberto e pedreiras. Seu design robusto e alta força de britagem os tornam ideais para a britagem primária de minérios e rochas duras e abrasivas.
Os britadores de mandíbulas são usados como britadores primários porque podem receber materiais com tamanhos de alimentação muito grandes (geralmente de 300 a 1200 mm) e reduzi-los a um tamanho gerenciável para britadores e moinhos secundários. Em operações de minério de ferro e ouro em rocha dura, eles quebram grandes blocos de minério diretamente dos caminhões ou depósitos de descarga, preparando o material para processamento posterior.
A principal função de um britador de mandíbulas é reduzir o tamanho máximo do minério ou rocha bruta, geralmente atingindo uma taxa de redução de 4:1 a 8:1.
Por exemplo, um britador de mandíbulas pode receber alimentação de 800 mm e produzir um produto com 80% passando por peneira de 150 a 200 mm, adequado para britadores cônicos ou de impacto na próxima etapa.
Sua produção alimenta diretamente peneiras vibratórias e transportadores que direcionam o material para britadores secundários (britadores cônicos ou de impacto).
Em circuitos de moagem, o produto britado é frequentemente armazenado em pilhas e depois alimentado em moinhos SAG/de bolas ou HPGRs para moagem fina.
O dimensionamento e o ajuste adequados do britador de mandíbulas garantem um tamanho de alimentação consistente para os equipamentos a jusante, melhorando a eficiência geral do circuito e reduzindo o desgaste dos britadores e moinhos secundários.
As operações de mineração e agregados brasileiras utilizam diversos tipos de britadores de mandíbulas, escolhidos com base na dureza do minério, nos requisitos de capacidade e na configuração da planta (estacionária ou móvel).
Oferecem alta capacidade (tipicamente 100–800 t/h) e um design simples e robusto, de fácil manutenção.
Comuns em minas de minério de ferro e pedreiras de agregados, onde a produtividade é fundamental e os minérios são moderadamente abrasivos.
estações.
Possuem uma câmara de britagem em formato de "V" mais otimizada e placas de proteção dentadas, que melhoram a relação e a capacidade de britagem, além de prolongarem a vida útil das placas de mandíbula.
Frequentemente utilizadas em grandes usinas de minério de ferro e ouro em rocha dura, onde minimizar o desgaste e maximizar o tempo de operação são prioridades.
São instalados em estações de britagem permanentes, geralmente como parte de uma usina de múltiplos estágios com alimentadores, peneiras e transportadores.
Típicos em grandes operações de minério de ferro em Minas Gerais e Pará, onde é necessária alta vazão contínua (300–1000+ t/h).
Sua mobilidade permite a rápida realocação entre locais, reduzindo os custos de transporte e possibilitando a britagem de material bruto no próprio local.
Amplamente utilizados em operações de ouro em áreas remotas do Pará e em projetos de construção urbana onde o espaço e a logística são limitados.
Nas minas de minério de ferro do Brasil, os britadores de mandíbulas são a espinha dorsal da etapa de britagem primária, processando grandes volumes de minério bruto extraído a céu aberto. O minério bruto, tipicamente com tamanho entre 300 e 800 mm, é descarregado de caminhões em um alimentador vibratório que alimenta o britador de mandíbulas.
Em minas de ouro e metais básicos, os britadores de mandíbulas são frequentemente usados em plantas modulares menores que processam minérios de rocha dura, como quartzo, sulfetos e minérios polimetálicos. Essas operações são comuns no Pará e em Minas Gerais, onde o ouro é extraído de veios primários e depósitos do tipo pórfiro.
Os britadores de mandíbulas móveis são particularmente populares em operações de ouro, pois podem ser implantados rapidamente em locais remotos, reduzindo a necessidade de longos transportes de minério bruto. Em operações polimetálicas e de cobre-ouro, a capacidade do britador de mandíbulas de processar alimentação variável e produzir um produto uniforme ajuda a otimizar a moagem e a recuperação subsequentes.
No setor de construção civil brasileiro, os britadores de mandíbulas são essenciais em pedreiras de granito, basalto e gnaisse que fornecem pedra britada e areia para estradas, edifícios e infraestrutura.
O crescimento urbano contínuo do país e os programas de infraestrutura (rodovias, aeroportos, habitação) impulsionam uma forte demanda por agregados de alta qualidade.
A flexibilidade dos britadores de mandíbulas móveis os torna ideais para projetos de construção, onde podem ser movidos de um local para outro, britando o material no próprio local e reduzindo os custos de transporte.
Um projeto moderno de minério de ferro em Minas Gerais ilustra o uso típico de britadores de mandíbulas em operações de grande escala. Neste caso, uma nova mina de minério de ferro no Quadrilátero Ferrífero utiliza um britador de mandíbulas Zenith C6X como britador primário, com capacidade nominal de várias centenas de toneladas por hora.
No distrito aurífero de Tapajós, no Pará, um projeto de ouro utiliza um circuito modular de britagem e moagem onde um britador de mandíbulas desempenha um papel fundamental na etapa primária. A operação processa minério de ouro primário duro de minas a céu aberto, com o objetivo de produzir uma moagem fina para lixiviação ou flotação.
Em um grande projeto de expansão de rodovias no Brasil, uma grande pedreira fornece milhões de toneladas de agregados de alta qualidade, com britadores de mandíbulas formando o núcleo da etapa de britagem primária.
A pedreira processa granito e gnaisse duros para produzir agregados classificados para asfalto e concreto.